sábado, 19 de março de 2011

Acontecimentos

Não “não tanho cunque”

Há mais de 65 anos nas redondezas da Ponte de Mucela dois irmãos apanharam uma coelhita que meteram numa caixa, daquelas que na altura se usavam para o transporte de 12 latas de litro de óleo para viaturas, a que haviam tirado a tampa que substituíram por uma rede. A coelhita dispunha de pouco espaço e os manos não deixavam que lhe faltasse alimento. Resultado? A coelha foi crescendo e engordando muito. A páginas tantas um dos irmãos disse: Minha mãe a coelha está “pranha”. Só se foste tu que a “empranhaste”. Eu? Foi mas foi “vomecê”. Quem? eu? Eu não “tanho cunque”

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