sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
REPORTAGEM NA RTP
A RTP1 através do jornal da tarde do passado dia 3 mostrou uma reportagem sobre as belezas do rio Alva, relevando a vizinha MOURA MORTA (e porque não passar a chamar-se MOURA DO ALVA ?) mas omitindo a PONTE DE MUCELA, cujo poente também faz parte da freguesia das LAVEGADAS, não citando a projecção mundial do truteiro RIO ALVA, a despeito da grande carência de limpeza das respectivas margens, a requerer a atenção dos edis de ARGANIL e de VILA NOVA DE POIARES.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
APROVEITANDO A SUJESTÃO DE CARLOS SERRA CARNEIRO, REFERIMOS PESSOAS QUE MUITO CONTRIBUIRAM PARA A PROJECÇÃO DA PONTE DE MUCELA:
José da Silva Matos comerciante a)
Caetano Martins Ribeiro e Maria José de Matos Ribeiro comerciantes a)
António Martins Ribeiro e Carmina Morgado Ribeiro comerciantes a)
António Joaquim Coimbra (“Marinheiro“) moagem e lagar de azeite
José Serra Campos comerciante e industrial b)
Adelino Barreirinhas (serralheiro da forja)
Ângela Serra Campos conceituada administrativa da firma Ramos Pinto
Jaime Nunes Serra juiz desembargador
Constantino Caramelo moleiro, poeta popular de rima fácil e imbatível em desgarradas
José Paula Serra comerciante e industrial b)
Caetano Martins Ribeiro (neto) transportes locais e de longo curso e posto de abastecimento de combustíveis
Octávio Pedroso de Lima comerciante a)
Elói (da Cova do Barro) serralheiro
Alfredo Martins Portugal transformação de resina em pez
Irmãos António e Fernando Inácio Ferreira lagar de azeite
Álvaro Rosa dos Santos louvado (muito solicitado na região)
Madalena Simões Coimbra moagem e lagar de azeite
a) pensão, café, restaurante - actividade iniciada em 1866.
b) pai e filho - vinhos, madeiras e cal parda.
Merece ainda especial referência o 2ºsargento paraquedista Joaquim Pereira Ferreira (Quim), que na flor da vida foi vítima de trágico acidente de viação; determinado dinamizador, liderou a juventude local em várias iniciativas recreativas.
Por último, refere-se a famosa Simone de Oliveira, felizmente ainda viva, que no fim da década de 50 e princípio da década de 60, deu grande projecção à Ponte de Mucela.
José da Silva Matos comerciante a)
Caetano Martins Ribeiro e Maria José de Matos Ribeiro comerciantes a)
António Martins Ribeiro e Carmina Morgado Ribeiro comerciantes a)
António Joaquim Coimbra (“Marinheiro“) moagem e lagar de azeite
José Serra Campos comerciante e industrial b)
Adelino Barreirinhas (serralheiro da forja)
Ângela Serra Campos conceituada administrativa da firma Ramos Pinto
Jaime Nunes Serra juiz desembargador
Constantino Caramelo moleiro, poeta popular de rima fácil e imbatível em desgarradas
José Paula Serra comerciante e industrial b)
Caetano Martins Ribeiro (neto) transportes locais e de longo curso e posto de abastecimento de combustíveis
Octávio Pedroso de Lima comerciante a)
Elói (da Cova do Barro) serralheiro
Alfredo Martins Portugal transformação de resina em pez
Irmãos António e Fernando Inácio Ferreira lagar de azeite
Álvaro Rosa dos Santos louvado (muito solicitado na região)
Madalena Simões Coimbra moagem e lagar de azeite
a) pensão, café, restaurante - actividade iniciada em 1866.
b) pai e filho - vinhos, madeiras e cal parda.
Merece ainda especial referência o 2ºsargento paraquedista Joaquim Pereira Ferreira (Quim), que na flor da vida foi vítima de trágico acidente de viação; determinado dinamizador, liderou a juventude local em várias iniciativas recreativas.
Por último, refere-se a famosa Simone de Oliveira, felizmente ainda viva, que no fim da década de 50 e princípio da década de 60, deu grande projecção à Ponte de Mucela.
ACTIVIDADES ECONÓMICAS QUE EXISTIRAM NA PONTE DE MUCELA (Acrescento)
Ainda na década de 60 do século XX: latoaria, cardação de linho e padaria (a funcionar 3 vezes por semana).
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
No fim da década de 30 e princípio da década de 40 do século XX houve na Ponte de Mucela uma moagem de café.
Na mesma altura também havia uma barbearia. Entretanto o barbeiro virou ambulante, juntando-se a outros dois da região. Como um era razoável e os outros dois não satisfaziam, dizia-se destes: um levava o coiro e o cabelo, o outro levava o coiro e deixava o cabelo!
Na mesma altura também havia uma barbearia. Entretanto o barbeiro virou ambulante, juntando-se a outros dois da região. Como um era razoável e os outros dois não satisfaziam, dizia-se destes: um levava o coiro e o cabelo, o outro levava o coiro e deixava o cabelo!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A Ponte de Mucela teve também duas serralharias. Uma delas a Forja, instalada no principio do século XX na margem do Alva, dotada de completa maquinaria criada pelo engenhoso proprietário e accionada hidraulicamente, o que à data lhe dava enorme versatilidade: era a melhor das redondezas.
Nas décadas de 40 e 50, funcionou outra serralharia, esta de proporções mais modestas, com maquinaria manual (ainda não havia electricidade), mas também operada por artífice muito hábil.
Em tempos era visitada semanalmente por um ferrador que "calçava" as bestas locais.
A Ponte de Mucela era paragem oficial da Mala Posta, vindo a evoluir para posto dos CTT que, como o registo do Totobola, viriam a ser encerrados no início da década de 70.
Teve uma pequena loja de artesanato e antiguidades. Presentemente tem um antiquário.
Até há cerca de três anos era visitada semanalmente por uma cabeleireira.
Nas décadas de 40 e 50, funcionou outra serralharia, esta de proporções mais modestas, com maquinaria manual (ainda não havia electricidade), mas também operada por artífice muito hábil.
Em tempos era visitada semanalmente por um ferrador que "calçava" as bestas locais.
A Ponte de Mucela era paragem oficial da Mala Posta, vindo a evoluir para posto dos CTT que, como o registo do Totobola, viriam a ser encerrados no início da década de 70.
Teve uma pequena loja de artesanato e antiguidades. Presentemente tem um antiquário.
Até há cerca de três anos era visitada semanalmente por uma cabeleireira.
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